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stack · o que eu uso

as ferramentas de IA que eu realmente uso

não é lista de 50 ferramentas. é o que roda na minha máquina todo dia pra construir software, conteúdo e o próprio negócio.

18 de jul de 2026 · 5 min de leitura
caue.ia · stack real: toda semana sai uma lista de "as 50 melhores ferramentas de IA". essa não é uma delas. aqui tá o que eu abro todo dia pra construir de verdade: software pra cliente, meu saas, e o conteúdo. se não tá aqui, é porque eu não uso.

como ler

  1. cada uma tem pra que eu uso, não o que ela promete no site.
  2. a ordem importa: as primeiras são o núcleo, o resto orbita.
  3. não precisa de todas. começa pela primeira.
01

claude code: o núcleo de tudo

pra que eu uso: é onde eu escrevo software hoje. não é autocomplete: eu descrevo o que quero, ele lê o projeto inteiro, planeja e executa. entrega de cliente, meu saas, script interno, tudo passa por aqui.

opus e fable: uso os modelos mais capazes da anthropic pra decisão e arquitetura. opus 4 quando o problema é complexo, fable 5 quando preciso de velocidade sem perder qualidade. a escolha do modelo importa mais do que parece.
02

skills e subagentes: claude que trabalha do teu jeito

pra que eu uso: em vez de repetir a mesma instrução toda vez, ela vira uma skill. o claude passa a saber como eu quero as coisas: como escrevo commit, como monto componente, como analiso métrica de conteúdo.

subagente é o mesmo princípio pra tarefa grande: você manda um pesquisar enquanto outro escreve. o trabalho paralela sozinho.

por onde começar: pega a tarefa que você explica pro claude toda semana e transforma nas primeiras 3 skills. o ganho aparece na primeira repetição.
03

loops agênticos: ia que trabalha sem você olhar

pra que eu uso: tarefas repetitivas que antes precisavam de atenção constante agora rodam sozinhas. o agente executa, verifica o resultado, corrige se errou e entrega quando termina.

o que muda: você deixa de ser o executor e passa a ser o revisor. é a diferença entre trabalhar no negócio e trabalhar pelo negócio.
04

cursor: ide com ia dentro

pra que eu uso: quando preciso de um editor visual com contexto de ia no cursor do código. tenho um conjunto de extensões instaladas que aceleram desde snippets até revisão de diff.

não substitui o claude code pra tarefas complexas, mas pra edição pontual e navegação rápida no projeto é o melhor que tem.

05

obsidian + claude: onde tudo fica conectado

pra que eu uso: obsidian é meu segundo cérebro. cliente, financeiro, conteúdo, ideia solta. tudo em markdown na minha máquina. e o ponto principal: o claude lê o mesmo vault.

o pulo do gato: quando tua nota e teu assistente leem os mesmos arquivos, você para de explicar contexto. ele já sabe teu histórico, teus clientes e tuas decisões porque tá tudo escrito ali. organização pessoal e de projetos integradas num lugar só.
06

supabase + vercel: pra colocar no ar rápido

pra que eu uso: banco, autenticação e deploy sem manter servidor. é o caminho mais curto entre "funciona na minha máquina" e "tá no ar com login funcionando".

o que importa aqui: os dois têm plano gratuito que aguenta um projeto inteiro até ter usuário de verdade. você prova a ideia antes de gastar.

o que eu faria no teu lugar

se você salva repositório e ferramenta e não lançou nada ainda, o problema não é falta de ferramenta. é que ferramenta demais é o mesmo que nenhuma.

  1. escolhe um projeto pequeno de verdade, algo que você usaria essa semana.
  2. usa só o item 01 dessa lista. ignora o resto.
  3. coloca no ar, mesmo feio. o item 06 resolve isso numa tarde.
  4. só depois de ter algo rodando você adiciona o resto.

a stack não é o que te trava. lançar a primeira coisa é.

feito por caue.ia. construo sistemas de IA e mostro o processo no @caue.ia.